Atendimento Clínico Hospitalar

A LeveFono atua no atendimento hospitalar a pacientes adultos, infantis com distúrbios de comunicação e/ou deglutição, assim como Neonatal. O distúrbio no processo de deglutição é chamado Disfagia.

Pacientes com Disfagia apresentam risco de broncoaspiração de alimentos, levando a um possível quadro de pneumonia, desnutrição, desidratação e aumento da secreção pulmonar, contribuindo dessa forma, para elevar o índice de morbidade, mortalidade e prolongar a internação hospitalar.

O atendimento fonoaudiológico no hospital promove, dentre outras coisas, redução no uso de vias alternativas de alimentação, diminuição de complicações respiratórias, aceleração da recuperação clínica geral e do processo de alta hospitalar.

A LeveFono atua com uma equipe de fonoaudiólogos com especialização em Disfagia para atuação em âmbito hospitalar. Realizamos a implementação do Serviço de Fonoaudiologia Hospitalar e Empresarial em todos os setores.

A LeveFono atua no atendimento hospitalar a pacientes adultos, infantis com distúrbios de comunicação e/ou deglutição, assim como Neonatal. O distúrbio no processo de deglutição é chamado Disfagia.

Pacientes com Disfagia apresentam risco de broncoaspiração de alimentos, levando a um possível quadro de pneumonia, desnutrição, desidratação e aumento da secreção pulmonar, contribuindo dessa forma, para elevar o índice de morbidade, mortalidade e prolongar a internação hospitalar.

O atendimento fonoaudiológico no hospital promove, dentre outras coisas, redução no uso de vias alternativas de alimentação, diminuição de complicações respiratórias, aceleração da recuperação clínica geral e do processo de alta hospitalar.

A LeveFono atua com uma equipe de fonoaudiólogos com especialização em Disfagia para atuação em âmbito hospitalar.

Realizamos a implementação do Serviço de Fonoaudiologia Hospitalar e Empresarial em todos os setores.

Muitos pacientes precisam de avaliação de deglutição e voz. A fonoaudióloga na maioria das vezes solicita o exame de Videodeglutograma, o qual ainda é escasso nos nossos hospitais.

Além disso, temos a questão da mobilidade e da exposição do paciente à radiação. Por que não substituir (quando possível) o exame por uma nasofibroscopia?

O Otorrinolaringologista nos auxilia muito nessa parte, pois o exame nos diz de maneira clara onde o alimento está indo, além de avaliar as condições do aparelho fonatório.

Nossos pacientes em sua maioria, apresentam dificuldade de mobilidade de pregas vocais e compensações por rigidez muscular ou outros, devido medicações e patologias.

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